Pingos
D
E
P
I
N
G
O
E
M
P
I
N
G
O
Enche-se
a bacia.
Só nos
resta decidir
O que
fazer com a água.
Onde se
lava o rosto
Lava-se
também os pés;
Só é
preciso escolher
A
sequência certa.
E a água
barrenta?
Não a
jogue fora,
Pois ela
alimenta
Exuberante
flora.
A bacia,
depois de lavada,
Volta, em
novo ciclo,
A guardar
os pingos
Da nova
jornada;
Assim
como um circo
Sempre se
remonta
A cada
temporada.
E se a
bacia fura?
Não serve
mais para nada?
Ela ainda
tem cura
Se for
remendada.
E se o
rombo for grande?
Enche-a
de terra, semeie,
E aguarde
a florada!
Ou, se
preferir,
Plante só
tempero,
Que vai
lhe servir
Para o
ano inteiro!
Se
escolher cebola,
Vai fazer
chorar
Quando
for cortada.
Mas, por
outro lado,
Vai
deixar seu prato
Mais
elaborado.
E como se
desfaz
Da união
ardente
Entre a
cebola e o bafo?
Muna-se
de uma pena,
E, num
desabafo,
Teça seu
poema!
Roberto Policiano
Estava atoa na vida e lembrei de ti fui buscar lá atraz o endereço pra eu ler me diverti foi muito bom continue assim não desista de nos ok.bjs
ResponderExcluirLe cantando no som da música da banda passar ta
ExcluirObrigado pela visita, seja sempre bem-vindo(a). Espero não desistir, obrigado pelo incentivo.
ExcluirGrande abraço!